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Orcrim que vendia LSD, ecstasy e maconha gourmet em festas é alvo de operação policial

Quatro pessoas suspeitas de fazer parte de uma Organização Criminosa (Orcrim) que atuaria no tráfico de drogas sintéticas e de maconha gourmet foram presas, nesta quarta-feira (22), durante a Operação Rateio, deflagrada numa integração das Polícias Civil (PCAL) e Militar (PMAL), nos municípios de Maceió e do Pilar (AL).

Segundo o delegado da PCAL Igor Diego, que coordena a Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), os suspeitos estavam sendo investigados há cerca de oito meses e praticavam a venda do material entorpecente em festas que aconteciam na capital alagoana.

No total, estão sendo cumpridos 18 mandados judiciais, sendo oito de prisão, um de medida restritiva e nove de busca e apreensão. A operação vai continuar ao longo do dia e quatro pessoas são consideradas foragidas.

“Essa operação teve como objetivo desarticular uma Orcrim especializada em tráfico de drogas sintéticas, especificamente o LSD e o Ecstasy, que eram comercializados em festas e raves que acontecem em Maceió. O grupo também era especializado em maconha gourmet, que tem um potencial maior de viciar o usuário, com uma alta concentração de THC e um preço mais alto que a maconha convencional”, afirma o delegado.

Igor Diego destaca, ainda, que, durante os oito meses de investigação, a polícia conseguiu adquirir muito material comercializado pelo grupo em portas de casas de shows.

A Orcrim costumava comprar os entorpecentes em grande quantidade e, depois, fazia o “rateio” da droga entre os traficantes, para que eles pudessem destinar aos clientes. Por isso, a ação recebeu o nome de Rateio.

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