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Janja liga 700 mil mortes na Covid ao negacionismo e diz sentir ”revolta com responsáveis livres”

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, afirmou nesta segunda-feira (11), durante a cerimônia de sanção da lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, que jamais esquecerá as mais de 700 mil mortes provocadas pela pandemia no Brasil. Em um discurso emocionado, ela relembrou a perda da própria mãe para a doença.

Janja associou a gravidade da crise sanitária ao negacionismo, às campanhas contra o uso de máscaras e à demora na vacinação durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ela, ainda falta justiça para responsabilizar pessoas que contribuíram para o agravamento da pandemia no país.

A primeira-dama também criticou a recusa à vacinação ao citar o relato de um bebê que morreu de Covid-19. Ela questionou “até quando essa ignorância” continuará e defendeu a ciência, a informação e a imunização como formas de evitar novas tragédias.

fonte: Agora Alagoas

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